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domingo, 9 de agosto de 2015

Comer pimenta faz bem à saúde

O consumo regular de comida picante estaria associado à longevidade e a um risco menor de câncer, doenças coronarianas ou respiratórias, segundo um estudo chinês publicado pela revista britânica BMJ, mas questionado por alguns especialistas.
Os próprios responsáveis pelo estudo advertiram que é muito cedo para tirar uma conclusão definitiva sobre os potenciais benefícios da 'dieta picante' e defenderam mais pesquisas.
"Nossa análise mostra uma correlação invertida entre o consumo de comida condimentada e a mortalidade global, assim como com certas causas de morte, como o câncer ou as doenças coronarianas e respiratórias", afirma a equipe responsável pelo estudo.
A partir de um grupo de 490.000 chineses com idades entre 30 e 79 anos, observados em média por sete anos, o estudo afirma que "aqueles que consomem alimentos condimentados quase todos os dias têm 14% menos possibilidades de morrer que aqueles que comem alimentos picantes menos de uma vez por semana".
A associação vale tanto para homens quanto para mulheres e é ainda mais importante para os que consomem comidas picantes mas não bebem álcool.
O consumo frequente de comida picante também foi associado no estudo especificamente a um risco menor de morte por câncer, doença coronariana ou respiratória.
A pimenta, o condimento mais utilizado na China, contém capsaicina, que segundo os coordenadores da pesquisa também ajudaria a combater a obesidade, além de ter efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes e contra o câncer.
Apesar do número considerável de pessoas observadas, o estudo apresenta alguns pontos frágeis, em particular a falta de informações detalhadas sobre a composição das refeições dos participantes.
"Não sabemos se as correlações observadas são resultado direto do consumo de pimenta ou a simples consequência de outros elementos favoráveis da alimentação que não foram levados em consideração", comentou Nita Forouhi, uma especialista em Nutrição da Universidade de Cambridge.

domingo, 15 de março de 2015

Os últimos quilos, aquela gordurinha que cobre os gominhos são mais difíceis de perder; entenda a razão


Fazer uma reeducação alimentar e praticar exercícios físicos regularmente garantem que a maior parte do peso extra que o corpo ganhou irá sumir com o tempo. No entanto, após emagrecer, muitas pessoas notam que os últimos quilinhos que querem perder insistem em permanecer, por mais esforço que façam.
A explicação para o problema está na lógica inversa do organismo: a gordura extra que você ganhou será a primeira a ser eliminada, enquanto a mais antiga (chamada de gordura teimosa), será a última. Ela se localiza, geralmente, no abdome, nas coxas e nos quadris.
"Certos hormônios, como a insulina, o estrogênio e cortisol, são conhecidos por centralizar a gordura, ou seja, movê-la para o tronco e quadris. O estrogênio centraliza a gordura mais em mulheres do que os homens para facilitar a gravidez", explicou o expert Pat Davidson ao site "Byrdie". No entanto, o estresse do dia a dia e a alimentação baseada em ingredientes processados, provoca o acúmulo de gordura baseada em insulina e cortisol ", afirmou.
Além disso, o desequilíbrio hormonal em algumas mulheres pode piorar a situação.Algumas produzem um excesso de estrogênio, que pode ser liberado naturalmente com a ingestão de alimentos como repolho, brócolis e couve, bem como suplementos receitados pelo médico.
Outra maneira de eliminar a gordura teimosa é apostando em atividades aeróbicas potentes, que usam a energia do corpo como um todo, ao invés de exercícios localizados, como o abdominal.
"O treino que tem o maior potencial queimar gordura  são os que envolvem atividades realizadas em alta velocidade (salto e arremesso), atividades que envolvem carga pesada, atividades que envolvem movimentos repetidos em alta intensidade e atividades que envolvem um desafio cardiovascular, como a corrida", indicou Davidson.

Saiba quais são os 10 hábitos que te impedem de perder peso


1. VOCÊ COME MUITA FRUTA
Só porque fruta é um alimento natural não significa que você abusar e comer sem limites. Embora algumas delas sejam muito nutritivas, consumi-las em excesso pode criar problemas na produção de insulina, informou o site "Mind Body Green".

2. VOCÊ MANTÉM ALIMENTOS ‘PROIBIDOS’ EM CASA
Manter salgadinhos, biscoitos e outros alimentos ricos em carboidrato em sua despensa ou geladeira para um dia chuvoso não ajuda quem quer se livrar das gordurinhas extras.

3. VOCÊ EVITA GORDURA
Muitas pessoas acreditam que a gordura é o mal da alimentação. Algumas de fato são, mas há outras, como o óleo de coco e óleo de abacate, que são boas e te ajudam a perder peso.

4. VOCÊ NÃO AJUSTA A QUANTIDADE DE INGREDIENTES QUE COME
Ao sentar à mesa, não é necessário ficar neurótica sobre a quantidade de comida que irá ingerir, mas comer além do que o corpo necessita não vai te ajudar a emagrecer.

5. VOCÊ CAI NA ROTINA E ESQUECE DA DIETA
Depois de perder alguns quilinhos, vocêirá se sentir melhor, mas tem que estar atenta para não relaxar e voltar ao estilo de vida antigo. Certifique-se de que está ingerindo pouca caloria.

6. VOCÊ NÃO SE DESPEDE DE CERTOS ALIMENTOS
Abandonar alguns itens ricos em carboidratos pode ser difícil, mas é essencial para emagrecer. Se você quer se livrar dos quilos extras, diga adeus.

7. VOCÊ NÃO DORME O SUFICIENTE
A privação do sono faz você ganhar peso, pois seu organismo (incluindo hormônios importantes) tornam-se mais lentos.

8. VOCÊ ESPERA RESULTADOS MUITO RÁPIDO
Se você espera resultados imediatos ou até mesmo em ritmo moderado, você pode se decepcionar. Para algumas pessoas, leva  mais tempo perder peso. Paciência aliada à uma dieta pobre de carboidratos é a melhor caminho a seguir.

9. VOCÊ ANDA ESTRESSADA
Se você ou alguém que conhece é magra, mas ainda tem aquele"pneuzinho" em torno da cintura, é provável que seja causado pelo cortisol. Muito estresse significa muito cortisol liberado. Se seu objetivo for perder peso, é melhor buscar alternativas para desestressar.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Suco vermelho com biomassa de banana verde



Confira esta saborosa e antioxidante receita preparada pela culinarista Malu Lobo do site Pé na Cozinha. 

Ingredientes:

1/2 xícara de frutas vermelhas congeladas ou frescas variadas (amoras, framboesas, mirtilos, morangos)
1/2 beterraba
1 colher (sopa) biomassa de banana verde ou 1 colher sopa farinha de amora
1 limão espremido (suco)
1 pedacinho de gengibre
 

Modo de preparo:

Esprema o suco do limão e coloque no liquidificador com os demais ingredientes, bata até obter uma mistura homogênea. A beterraba e a biomassa vão fazer seu intestino funcionar melhor e aumentar a sensação de saciedade. 

Suco vermelho com abacaxi


Confira esta saborosa e antioxidante receita preparada pela culinarista Malu Lobo do site Pé na Cozinha. 

Ingredientes:

1 xícara de chá melancia (polpa)
1 fatia fina de abacaxi
1/2 maçã com casca e sem sementes
1/2 xícara de água
1 colher (sopa) farinha de batata yacon em pó ou farinha de amora
Gelo e adoçante a gosto
 

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque o adoçante a gosto. Sirva a seguir. O abacaxi e a melancia são diuréticos, a maçã e a farinha de batata yacon vão aumentar a saciedade.  

Suco vermelho de beterraba com morangos


Confira esta saborosa e antioxidante receita preparada pela culinarista Malu Lobo do site Pé na Cozinha. 

Ingredientes:

1 beterraba
1/2 maçã sem sementes com casca
6 morangos
1/2 cenoura
1/2 copo (125 ml) de água
1 colher (rasa) de farinha de amora ou semente de chia

 

Modo de preparo:

 Coloque todos os ingredientes no liquidificador e batata. Beba preferencialmente sem coar.

Suco vermelho de mirtilo e uvas rubi


Confira esta saborosa e antioxidante receita preparada pela culinarista Malu Lobo do site Pé na Cozinha. 

Ingredientes:

1/2 xícara de mirtilos frescos
10 uvas rubi sem sementes
1 beterraba
1 colher ( sobremesa) farinha de batata yacon ou farinha de amora

 

Modo de preparo:

Bata no liquidificador, coe, acrescente a farinha de batata yacon ou a farinha de amora, use adoçante se achar necessário. 

Receita de suco vermelho com morangos e pêssego


Confira esta saborosa e antioxidante receita preparada pela culinarista Malu Lobo do site Pé na Cozinha. 

Ingredientes:

10 morangos
1 pêssego sem o caroço
1 talo de aipo com as folhas
1 colher ( sopa) sementes de chia ou farinha de amora
Suco de 1 limão
Adoçante a gosto


Modo de preparo:

Esprema o suco do  limão e leve ao liquidificador com os demais ingredientes, bata até todos os ingredientes estiverem bem incorporados, adoce a gosto

Receita de suco vermelho com água de côco


Confira esta saborosa e antioxidante receita preparada pela culinarista Malu Lobo do site Pé na Cozinha. 

Ingredientes:

1 copo 180 ml água de coco
1/2 xícara de frutas vermelhas congeladas (framboesa, amora, morango)
1 colher suco de limão
1 colher ( sobremesa) farinha de amora
Adoçante se necessário
 

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes e sirva a seguir.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

10 motivos para tomar café


Um dos produtos agrícolas mais importantes da economia brasileira – e na mesa dos brasileiros – comemora em 24 de maio o seu dia nacional: o café. Como se não bastasse apenas ser prazeroso tomar um cafezinho ao levantar ou após a refeição, o fruto ainda nos dá inúmeras razões para não o deixarmos de lado.
“A maior parte das ações benéficas do café devem-se aos efeitos conjuntos dos compostos bioativos do produto, principalmente à ação conjunta da cafeína e dos ácidos clorogênicos, que são os principais compostos antioxidantes do café”, diz a nutricionista Adriana Farah.
De acordo com a especialista, a espécie robusta, que é encontrado no Brasil na variedade conilon, pode ser melhor para saúde devido ao alto teor de compostos fenólicos (ácidos clorogênicos) e cafeína, embora o café arábica forneça todas as propriedades potencialmente benéficas esperadas de um café.
O conilon é responsável por maior corpo à bebida, mas tem aroma mais neutro. Já o café arábica é bem superior em termos de e aroma e qualidade global da bebida. Por isso, um blend (mistura) com 20% de conilon e 80% de arábica seria o mais adequado. No entanto, para café expresso, que normalmente tem mais corpo e acentua as características sensoriais da bebida, o percentual de conilon na mistura pode ser reduzido a 0%.
“É importante colocar que a alta contaminação microbiológica do grão, bem como a ocorrência de processos oxidativos na lavoura, durante a colheita ou no processamento, prejudica bastante a qualidade sensorial da bebida e também podem ocasionar a presença de toxinas provenientes de fungos. Portanto, mesmo um café arábica pode produzir uma bebida muito inferior em termos sensoriais, do que um conilon bem cuidado”, explica a nutricionista.
Em comemoração ao seu dia, relacionamos ao menos dez motivos para se tomar café diariamente:
1- Produz sensação de bem-estar e de conexão com a vida e ajuda a prevenir a depressão; Um café torrado adequadamente, com um teor saudável de cafeína, ácidos clorogênicos e lactonas, ajuda na prevenção à depressão;
2 - Melhora o desempenho cognitivo, aumentando a concentração e a capacidade de aprendizado; O café é a única bebida que estimula o intelecto;
3 - Pode aumentar a expectativa de vida, ajudando a prevenir doenças coronarianas e degenerativas em geral;
4 - Ajuda a prevenir o declínio cognitivo, demência e doença de Alzheimer; Pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, descobriram que a cafeína bloqueia a formação das “placas” associadas ao Alzheimer. Outro estudo, realizado entre 1972 e 1987, determinou que os consumidores de café na idade adulta corriam um menor risco de sofrer demência ou o Mal de Alzheimer em comparação aos que não bebiam. Ou seja, aqueles que consumiam de três a cinco xícaras ao dia registraram um risco 65% menor do que aqueles não tomavam a bebida;
5 - Ajuda a prevenir a doença de Parkinson; Pesquisadores observaram, pela primeira vez, em estudos com animais, que a cafeína ajudava a superar a rigidez e os problemas de mobilidade – principais características da enfermidade. Perceberam, ainda, que a substância presente no café também pode retardar a degeneração das células que produzem a dopamina;
6 - Ajuda a prevenir e a combater o diabetes tipo 2, principalmente o café descafeinado;
7 - Ajuda a combater dores, inclusive certos tipos de dor de cabeça;
8 - Tem efeito antibacteriano contra as principais bactérias causadoras da cárie e contra bactérias intestinais nocivas;
9 - Ajuda a proteger o fígado contra cirrose e outras doenças hepáticas degenerativas;
10 - Bom para a pele; O teor dos antioxidantes fenólicos dos grãos verdes denominados clorogênicos é maior no conilon do que no arábica. Os fenóis do café possuem efeito protetor contra o câncer de pele. O café não possui flavonóides que impermeabilizam a membrana da pele contra os raios UV, mas ajudam no tratamento de lesões causadas por exposição excessiva ao sol.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Kelly Keyperdeu 11 quilos e trincou a barriga com ajuda de Bella Falconi



Kelly Key transformou seu corpo. A cantora afinou a cintura, definiu o abdômen e, claro, ficou mais bonita. Chegou até a rejuvenescer e ser confundida nas redes sociais com a filha adolescente, Suzanna, de 13 anos. Em conversa com o EGO, Kelly contou que mais do que a dedicação ao treino, a grande responsável pela sua transformação tem nome e sobrenome: Bella Falconi. A musa do abdômen trincado, sucesso nas redes sociais com suas dicas de malhação e qualidade de vida, vem ajudando a cantora a ficar em forma. “Ela é uma querida e é a minha maior inspiração, além de uma amiga. Há um ano, ela me passou a alimentação dela, os treinos e os suplementos que tomava. Bella sempre manda umas dicas, mas é bem informal mesmo. Já me passou vários tipos de treino ao longo desse ano, além de aulas de nutrição a cada troca de mensagens”, conta Kelly

Bella lembra que quando Kelly se aproximou dela seu desejo era ficar sequinha. “Na verdade, não havia nada que a incomodasse a ponto de ela reivindicar algo”, recorda a musa fitness: “A única coisa que a Kelly enfatizou quando me pediu umas dicas foi que queria ficar sequinha. E os bons resultados que ela alcançou me surpreenderam. Ela é muito dedicada.”
Kelly se aproximou de Bella através do Instagram. Depois de apresentadas, começaram a se falar pelas redes sociais e trocaram telefones. A amizade ainda é virtual, as duas nunca se viram pessoalmente, mas Kelly será presença certa no casamento de Bella com o empresário Ricardo Rocha no dia 1º de novembro em Orlando, nos Estados Unidos. “Sempre soube quem ela era obviamente, mas fiquei ainda mais encantada quando percebi o quanto a Kelly é uma pessoa simples e acessível”, elogia Bella, que tem no Instagram mais de um milhão de seguidores.



Cardápio de Falconi
Tudo o que Bella come é compartilhado com Kelly. A musa do abdômen se forma no ano que vem em Nutrição, nos Estados Unidos, e tem licença de personal trainer. “Na verdade, eu não oriento a Kelly. Eu simplesmente dividi com ela o meu treino e o meu plano alimentar. Dei algumas dicas e ela absorveu tudo com bastante dedicação. Eu não dou consultoria no Brasil. Tudo que dividi com a Kelly foram apenas dicas da minha própria rotina de treino”, explica a mineira, que vive  nos EUA há sete anos.
No cardápio de Bella só entram alimentos saudáveis. Comida processada ou industrializada, por exemplo, estão proibidas: “Como bastante fibra, vegetais, proteínas magras (ovo, frango e peixe), carboidratos de baixo índice glicêmico e alto valor nutricional (batata doce, quinua, arroz integral, aveia, etc) e gorduras boas como castanhas, óleo de abacate e de macadâmia. O consumo de doces é limitado. A refeição livre, onde se permite comer errado, tem um dia específico.” Seguindo as dicas de Bella, Kelly treina apenas três vezes na semana. Mas a cantora ressalta que, no seu caso, o novo cardápio foi o grande responsável pela sua transformação. “A mudança da minha alimentação ajudou mais do que os treinos”, diz Kelly.
Ainda na parte da alimentação, Bella conta que Kelly também segue seu método do ciclo de carboidratos. Eles são ingeridos em diferentes quantidades, em gramas por dia, durante uma quantidade específica de dias. “Por exemplo, vario o consumo de carboidrato em quatro valores diversos - 100g, 150g, 200g e 250g - no dia... Então, se hoje eu consumi 100g, amanhã consumirei 150g, depois de amanhã 200g e assim por diante, até voltar no dia de comer 100g. O ciclo de carbo funcionou muito bem para a Kelly também. Mas, mais uma vez reforço que o acompanhamento profissional deve ser sempre procurado para resultados seguros e eficazes", ensina Bella.
Seguindo à risca as orientações da musa, Kelly passou dos 75kg para 64kg e diminuiu o seu percentual de gordura para 13%. “Ela tem um conhecimento absurdo! Ultimamente, não falamos muito sobre o corpo. O papo é mais sobre outras coisas e o mais interessante é que eu nunca a vi pessoalmente! Quando ela está aqui nunca conseguimos conciliar nossas agendas. Mantemos uma amizade à distância. Tenho um carinho enorme por ela e tenho certeza que ela por mim”, diz a cantora.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Leite é o melhor alimento natural no pré e pós treino


Leite antes de malhar: mito ou verdade?

Mais baratas e saudáveis, muitas alternativas de reposição energética podem vir da alimentação natural. Em alguns estudos, como um publicado pela revista “Applied Physiology, Nutrition and Metabolism”, pesquisadores defendem a ingestão de um simples copo de leite no pré e pós-treino.
Para a nutricionista Mary Tabet, “em cargas consideradas leves, o leite pode ter a sua contribuição energética. Da mesma forma que uma vitamina natural, por exemplo”.
Segundo Letícia Mota, mesmo que não tenha a mesma equivalência na dosagem de um whey protein industrializado, tais pesquisas apresentam fundamentação nutricional. “No entanto, até para não gerar um desconforto gástrico, não se deve consumir uma grande quantidade de leite antes de malhar. Como em todos os outros casos, o excesso é desaconselhado”.

Alimentação balanceada substitui suplementação sem riscos e com qualidade de vida



Não basta apenas se matricular na academia. Para muitos, além de roupas, calçados e acessórios fitness, os suplementos alimentares são itens essenciais na nova rotina de atividades físicas. Cada dia mais populares, as opções são muitas e vão desde os que auxiliam no ganho de massa muscular até os milagrosos “shakes”, que prometem emagrecimento rápido e desintoxicação do organismo.
Teoricamente, suplemento é um produto composto por um concentrado de nutrientes que tem por finalidade complementar uma necessidade ou déficit nutricional. No entanto, ao contrário do que a maioria pensa, tais produtos nem sempre estão relacionados a um bom desempenho da atividade metabólica. Segundo especialistas, se usado de forma indiscriminada, podem mais atrapalhar do que ajudar. Também diferente do que acredita a maioria dos “atletas de academia”, nem todos realmente necessitam utilizá-los como fonte energética.
Para a nutricionista e pós-graduanda em nutrição clínica e desportiva Letícia Mota, antes de começar a fazer uso dos suplementos, é preciso estar atento às necessidades individuais. “Uma pessoa considerada normal, que malha durante uma hora, entre três ou quatro dias por semana, não necessariamente tem que usar suplementos. Em muitos casos, a melhora do rendimento e da recuperação do exercício pode se dar a partir de um plano alimentar bem elaborado, respeitando refeições distribuídas ao longo do dia e a ingestão de nutrientes como carboidratos, proteínas e gorduras”.
Ainda de acordo com a profissional, se a alimentação tradicional não for respeitada, a suplementação não dará resultados. “Neste caso, podemos dizer que a pessoa estará jogando dinheiro fora ao comprá-los. Sozinhos, eles não trarão benefícios. O suplemento é simplesmente uma complementação ao que você consome no dia a dia e jamais deve ser utilizado na substituição dos nutrientes dos alimentos. Isso pode causar excesso ou déficit de alguma substância vital para o funcionamento do organismo”.
Com novas opções de profissionais na área nutricional em Juiz de Fora nos últimos anos e de academias que passaram a oferecer este tipo de consultoria, o conselho de Letícia é que os praticantes de atividades físicas busquem orientações antes de decidir ingerir qualquer substância por conta própria.

Quem deve, de fato, usar suplementos?

Se para pessoas consideradas “normais”, que têm uma ficha leve na academia, o uso de suplementação pode não ser tão essencial assim, para outras os nutrientes industrializados podem fazer diferença. É o caso de atletas profissionais, como a equipe de vôlei da UFJF, orientada pela nutricionista clínica e desportiva Mary Tabet. “Em se tratando da prática esportiva intensa, com cargas de treino altas, durante várias horas por dia, só a alimentação não garante a reposição energética no organismo”.
Defensora da utilização da suplementação, desde que de forma adequada, a profissional não descarta a indicação para pessoas que praticam atividades menos exigentes. “Em alguns casos, pessoas que malham uma hora por dia, durante quatro dias por semana, também até podem consumi-los. Mas com estudo da atividade física praticada e das suas demais rotinas do dia a dia. Nada impede uma reparação com whey protein (proteína do soro do leite), por exemplo. Mas sempre obedecendo às variações de organismo para organismo.”
Para ela, o grande ponto negativo dos suplementos não está necessariamente nas substâncias em si, mas na compra e venda indiscriminada em lojas e farmácias: “Na verdade, hoje o suplemento vende milagre. O consumidor acha que ele faz emagrecer, ganhar músculo, de forma instantânea. Isso é preocupante, porque às vezes a pessoa usa vários tipos de suplementos sem nenhuma necessidade”.

Um outro estímulo para a compra dos produtos pode ser a influência de amigos e até mesmo de preparadores físicos. “Infelizmente, esse tipo de indicação é muito comum. Como hoje muitas academias oferecem a possibilidade de acompanhamento nutricional, o melhor caminho é fazer uma avaliação multidisciplinar, consultado também o nutricionista. Uma pessoa que trabalha o dia todo e malha à noite, por exemplo, não necessariamente vai precisar usar suplementação caso receba uma boa orientação do que ingerir antes e depois da atividade”.

Riscos da suplementação inadequada

Para a nutricionista Letícia Mota, além de não ter todos os nutrientes na mesma biodisponibilidade que uma alimentação equilibrada dispõe para o organismo, o excesso de suplementos é prejudicial, principalmente para os órgãos responsáveis pela digestão, metabolismo e excreção dessas substâncias. “A superdosagem muitas vezes é adotada com a prerrogativa de que “quanto mais melhor”, mas o corpo humano não trabalha dessa forma. O uso de altas doses de suplementos a base de proteína, por exemplo, sobrecarrega o fígado e os rins podendo resultar em sérios riscos ao funcionamento desses órgãos como falência, formação de cálculos e tumores, além de um inconveniente estético, pois o excesso desse nutriente não absorvido é armazenado na forma de gordura.”
Da mesma forma, carboidratos, polivitaminas e termogênicos (usados principalmente para a perda de peso) podem trazer complicações ao organismo: “No caso dos carboidratos, eles podem causar desconforto gastrointestinal, além de náuseas e diarreia. A longo prazo, podem desencadear uma resistência insulínica em indivíduos pré-dispostos. Já os polivitamínicos em excesso podem ser tóxicos, além de dificultar a absorção de nutrientes da alimentação. Por sua base ser cafeína, que atua no sistema nervoso central, os termogênicos podem causar taquicardia, alterações na pressão e insônia”.
Por não haver um selo de qualidade para orientar o consumidor sobre a qualidade e a certificação dos suplementos, Letícia reforça que é necessário um acompanhamento das marcas junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Quer controlar colesterol, diabetes e ainda perder peso? Siga a dieta nórdica!


dieta nórdica ou viking é uma versão dos povos da Escandinávia para a dieta mediterrânea. Com alimentos adaptados para o clima de países como a Dinamarca, Suécia e Noruega, ela proporciona alguns benefícios similares às comidas consumidas por gregos, italianos e espanhóis. Mas você também pode adotar esses bons hábitos em solo brasileiro. 

Os destaques desta alimentação nórdica são vegetais, frutas, peixes, alimentos integrais e fontes de gorduras boas. A dieta também sugere mudanças saudáveis como evitar bebidas açucaradas e preferir sucos de frutas, alimentos com conservantes e preferir os orgânicos. 

Uma pesquisa realizada por cientistas escandinavos de diversas universidades e institutos e publicada no Journal of Internal Medicine concluiu que a dieta nórdica ajuda a baixar os níveis do colesterol ruim, LDL, e a aumentar o bom, HDL. Assim, ela previne a aterosclerose, doença que causa o estreitamento dos pequenos vasos sanguíneos que fornecem sangue e oxigênio para o coração e por consequência traz mais risco a hipertensão. O estudo feito com 200 voluntários também observou que a alimentação possui um efeito benéfico em inflamações de baixo grau. 

Os estudiosos estão tão animados com a dieta nórdica que a Universidade de Copenhague, na Dinamarca, investiu 13 milhões de euros em um projeto para identificar outras comidas que podem ser incluídas no cardápio. Confira quais são os alimentos que compõe a dieta viking e descubra os benefícios que eles proporcionam para a saúde.  


Peixes de águas frias

Os peixes de águas frias, como o salmão, o bacalhau e o arenque, são as melhores opções para a saúde. Isto porque eles são ricos em ômega 3, um tipo de gordura que auxilia a diminuir o colesterol ruim, LDL, previne doenças cardiovasculares, melhora as funções cerebrais e evita a degeneração da mácula, estrutura do globo ocular. 

Uma pesquisa da Universidade de Valência, na Espanha, concluiu que ingerir os peixes está ligado à diminuição da incidência de diabetes. Isto porque o ômega 3 também melhora a sensibilidade do organismo à insulina, reduzindo os riscos. 

Os povos escandinavos possuem o hábito de comer muito bacalhau. "Neste caso é preciso ficar atento com o excesso de sal, já que o alimento é conservado nele", orienta o nutrólogo Roberto Navarro. A recomendação desta dieta é comer peixe cerca de três refeições por semana.  
Aveia é rica em fibras - Foto: Getty Images

Centeio, aveia, cevada, arroz e massas integrais

 A dieta nórdica propõe ingerir cevada, centeio e aveia, enquanto na mediterrânea é consumido o trigo integral. "A aveia possui mais fibras do que o trigo e ajuda a diminuir com maior intensidade a velocidade de absorção da glicose o que é interessante para pacientes do diabetes", diz Navarro. As fibras também auxiliam no trânsito intestinal. 

Alimentos integrais, como o arroz e as massas, são bons porque preservam todas as estruturas do grão, como proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Eles também ajudam no emagrecimento, pois proporcionam saciedade, já que a digestão dos integrais é mais lenta. 

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) o consumo de alimentos integrais acompanhado de verduras, legumes e frutas, que também são indicados na dieta nórdica, ajuda a diminuir o risco de câncer de pulmão, cólon e reto, estômago, boca, faringe e esôfago.
Frutas vermelhas possuem antioxidantes - Foto: Getty Images

Frutas vermelhas

 Frutas vermelhas como o cranberry, blueberry, morango e amora são muito frequentes nos países escandinavos e proporcionam uma série de benefícios. "Elas possuem antocianina, substância com ação antioxidante que combate o envelhecimento celular, protege o sistema cardiovascular e melhora a circulação sanguínea, evitando a retenção de líquidos e ajudando até mesmo a atenuar a celulite", conta a nutricionista e chef Carina Boniatti, da Colherada Gourmet. 

As frutas vermelhas também contam com flavonoides. "O nutriente tem efeito antioxidante e previne doenças degenerativas e câncer", diz a nutricionista e chef Natalia Werutsky. 

Um estudo feito por pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e da Universidade da Ânglia Oriental, na Inglaterra, concluiu que comer morangos e blueberry três vezes por semana pode diminuir o risco de infarto em mulheres. Os cientistas acompanharam 93.600 mulheres entre 25 e 42 anos, aquelas que comeram mais frutas vermelhas apresentaram uma redução de 32% do risco de terem um ataque cardíaco. A razão do benefício seriam os flavonoides que tem ação antioxidante e anti-inflamatória.
Cenoura é rica em carotenoides - Foto: Getty Images

Vegetais de raiz

Os vegetais de raiz são fontes saudáveis de carboidrato. "Quando comparado com uma massa, eles possuem uma riqueza nutricional maior, com mais vitaminas, minerais e alguns antioxidantes", explica Boniatti. 

Entre os alimentos de raiz consumidos nos países escandinavos estão a batata e a cenoura. Este último é rico em carotenoides que auxilia na prevenção de doenças cardíacas e câncer, também previne problemas de visão e de pele. A batata deve ser consumida com parcimônia. "Mas ela é uma fonte de vitamina C", diz Navarro. O nutriente aumenta as defesas do organismo, auxiliando na prevenção e no combate de infecções como a gripe.  
O repolho é bom para os olhos - Foto: Getty Images

Repolho e outros vegetais

A dieta nórdica recomenda o consumo diário de diversos vegetais. Porém, o repolho é um dos mais ingeridos entre os povos escandinavos. ?Ele é ótimo para a saúde porque possui glucosinolatos que ajudam a eliminar as toxinas do organismo, favorece o trabalho do fígado e é um anticancerígeno, alguns estudos inclusive mostram que ele pode ajudar na regressão do tumor?, conta Boniatti. Caso você não goste do vegetal, o glucosinolato também está presente no brócolis, couve e couve flor. 

O repolho também é importante para os olhos. ?Isto porque possui a luteína, um antioxidante que é protetor da mácula ocular?, explica Navarro. Evite consumir o alimento cru porque ele pode ser negativo para a tireoide. Além dos benefícios mencionados, o repolho roxo também possui antocianinas.  
Carnes brancas possuem menos gordura saturada - Foto: Getty Images

Carnes brancas

Além de estimular o consumo de peixe, a dieta viking também incentiva às pessoas a comerem outras carnes brancas e a diminuir a ingestão da vermelha. "Isto é importante porque diminui o teor de gordura saturada, a proposta da dieta está correta porque não é necessário eliminar a carne vermelha do cardápio, apenas reduzir", conclui Navarro. 

A carne vermelha possui muita gordura saturada que por sua vez favorece o aumento do colesterol, principalmente do ruim, o LDL. Além disso, um estudo publicado pela revista da American Medical Association, JAMA Internal Medicine, constatou que o consumo em excesso da carne vermelha pode aumentar as chances de diabetes tipo 2. 

Outras pesquisas relacionam o consumo em grandes quantidades do alimento a maior risco de câncer do intestino e doenças cardíacas.  
O óleo de colza é rico em ômega 3 e 9 - Foto: Getty Images

Óleo de colza

Na alimentação dos povos escandinavos o azeite não está tão presente, por isso a dieta nórdica sugere o consumo do óleo de colza. "Ele é uma boa escolha por ser rico em ômega 3 e 9", explica Navarro. O ômega 9 é interessante para a saúde porque ajuda a controlar o triglicerídeos, diminui o colesterol ruim, LDL, e melhora a resposta a insulina. Caso não encontre este óleo, é possível substituí-lo pelo de canola que conta com benefícios similares.  

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Pequenos ajustes na alimentação ajudam a secar a barriga. Quais os melhores alimentos para ter uma barriga chapada?




A barriga chapada é um desejo comum entre as mulheres e os homens. Para conquistar o abdômen lisinho, é essencial manter uma dieta adequada e praticar atividades físicas com frequência, inclusive investindo em exercícios que trabalhem a musculatura da região. 

Além dos pontos mencionados, existem alguns alimentos específicos que podem contribuir para que a barriga fique lisinha e outros que podem fazer com que ele fique maior - e aí entram gordura localizada, inchaço e até estufamento. Saiba quais são eles e entenda porque ajudam ou atrapalham na busca pelo abdômen chapado.  


Ter um bom funcionamento do intestino

Manter a microbiota intestinal saudável, conhecida por flora intestinal, é essencial para uma barriga lisinha. "Ter um bom funcionamento intestinal diminui as chances de prisão de ventre e formação de gases que causam estufamento no abdômen. A absorção de vitaminas e minerais é favorecida e não ocorre deficiência de nenhum micronutriente", explica a nutricionista Cátia Medeiros. 

Além disso, a microbiota saudável diminui o risco de retenção de líquidos, de aumento da compulsão por doces, de insônia, entre outros problemas que favorecem o ganho de peso. 

Alguns alimentos e bebidas podem contribuir para a microbiota saudável. "Recomendo beber muita água e o consumo de probióticos como iogurtes com lactobacilos. Alimentos ricos em fibras solúveis, como a maçã, o maracujá e a aveia, também são boas opções porque melhoram o trânsito intestinal e a absorção de nutrientes que ajudam a diminuir a gordura abdominal", orienta a nutricionista Liane Schwarz Buchman, da clínica BodyHealth, de São Paulo.  

O abacate ajuda a queimar gorduras  - Foto: Getty Images

Invista em frutas com fibras e antioxidantes

O consumo de frutas de maneira geral ajuda a murchar a barriga devido à alta presença de fibras que além de melhorar a microbiota intestinal, também diminuem a absorção de gordura e proporcionam saciedade. O maracujá, a maçã e a ameixa se destacam pelas boas quantidades de fibras solúveis. 

A ação antioxidante das frutas também é boa para a perda de gordura abdominal. "A relação é indireta, pois a gordura cria certa inflamação e as frutas vão contribuir para melhorar esse processo inflamatório", explica Buchman. O kiwi, o morango, a laranja, a acerola, a goiaba e a tangerina são ricos em vitamina C e por isso possuem forte ação antioxidante. As frutas vermelhas e roxas, como a amora e a uva roxa e a framboesa, também se destacam pela ação antioxidante. 

Algumas frutas possuem outras características específicas que contribuem para a perda da gordura abdominal. A gordura presente no abacate ajuda a reduzir a barriguinha desde que seja consumida com moderação. Além disso, o alimento possui magnésio. "Este mineral atua em conjunto com o cálcio e ajuda a relaxar a musculatura e a diminuir o inchaço e a vontade de comer doce", conta Medeiros. 

A lichia também ajuda a queimar a gordura abdominal. Um estudo realizado pela Universidade de Hokkaido, no Japão, observou que ao final de 10 semanas voluntários que consumiram extrato de lichia queimaram 15% a mais de gordura na região da barriga do que os participantes tratados com placebo. Os pesquisadores acreditam que isto ocorre devido a cianidina, substância presente na fruta.  
A couve ajuda no emagrecimento - Foto: Getty Images

Vegetais e verduras que aceleram o metabolismo

O consumo destes alimentos é importante para a perda da gordura abdominal. As verduras são boas porque melhoram o metabolismo. "A couve, a salsa e o agrião ainda possuem propriedade diuréticas que ajudam a reduzir a retenção de líquidos que se acumula na barriga", conta Buchman. 

No caso dos vegetais é interessante optar por aquelas ricos em magnésio. Boas opções são a beterraba, acelga, quiabo e alcachofra. A berinjela também é uma ótima opção por ser rica em fibras solúveis.  
Chia e linhaça proporcionam saciedade - Foto: Getty Images

Invista nas sementes da saciedade

As sementes de linhaça e de chia são aliadas no emagrecimento e consequentemente na perda de gordura abdominal. O principal motivo para isso é por elas serem ricas em fibras solúveis que irão proporcionar saciedade e consequentemente o emagrecimento. 

Além disso, estas sementes são ricas em ômega 3. Este ácido graxo possui ação anti-inflamatória que pode agir na inflamação causada pela gordura. 

A melhor maneira de consumir a chia e a linhaça é triturando-as. Assim, é possível obter o ômega 3 presente nessas sementes. A orientação é triturar toda a quantidade do saquinho com uma das sementes, colocar o pó em uma vasilha de plástico fosca e com tampa e armazená-la no freezer. Assim, o alimento fica protegido da luz, do oxigênio e da temperatura, evitando que ocorra a oxidação. Este procedimento é muito importante e se não for feito a gordura do alimento triturado irá oxidar, o que é prejudicial para a saúde.  



Chá de hibisco ajuda a queimar gordura - Foto: Getty Images

Invista em chás

Alguns chás possuem propriedades que contribuem para que a barriga fique lisinha. "Porém, antes de consumi-los é melhor passar por uma avaliação com um profissional de saúde para que ele indique qual poderá ser consumido de acordo com cada caso e também o quanto ingerir", alerta Medeiros. 

O chá de hibisco contribui para que menos gordura fique acumulada na região do abdômen e quadril, acredita-se que isto ocorre devido a ação antioxidante dos flavonoides antocianina e quercetina. O chá verde possui efeito termogênico e por isso auxilia na perda de peso. Já o chá de cavalinha é utilizado porque ajuda a diminuir a retenção de líquidos e o chá de menta auxilia na digestão e diminui a formação de gases.  
Beber água ajuda a emagrecer  - Foto: Getty Images

Beba água!

Quer manter a barriga lisinha? Então, beba água! "Nenhuma estratégia para emagrecer ajuda se não tiver água. Isto porque todas as reações do nosso organismo dependem da água. Para queimar gordura, eliminar toxinas, o intestino funcionar corretamente e evitar retenção de líquidos precisamos beber água", destaca Buchman. 

A quantidade de água que deve ser ingerida por dia varia de acordo com o indivíduo, levando-se em conta aspectos alimentares e intensidade de atividade física realizada.  
Refrigerantes causam gases e são ricos em açúcar - Foto: Getty Images

Evite alimentos que causam gases

Para conquistar a barriga chapada evite o consumo de alimentos que causam gases. Isto porque o problema irá levar a um leve aumento da circunferência abdominal. Alguns alimentos que podem causar gases são: bebidas gaseificadas como os refrigerantes e água com gás, frituras, pão, queijo, embutidos, enlatado de carne vermelha e certas leguminosas, como feijão. 
Embutidos causam a retenção de líquidos  - Foto: Getty Images

Evite alimentos que causam retenção de líquidos

Diminuir o consumo de alimentos que causam a retenção de líquidos é importante, pois o problema pode levar ao aumento da região abdominal. Por isso, quem busca uma barriga chapada deve diminuir o consumo de sódio. Os alimentos que possuem boas quantidades da substância são: embutidos, sal em excesso e alimentos processados. 

Os embutidos e industrializados ainda contam com conservantes e corantes que criam um processo inflamatório, com a célula inflamada tudo passa a funcionar mal, até a perda de gordura.